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Comida doce ou salgada, qual é a sua preferência? Se a resposta for salgada, você já se perguntou de onde vem o sal de cozinha?
Todo mundo que ao menos uma vez mergulhou nas águas do mar provavelmente sentiu uma sensação de salgadinho na boca, certo? Pois bem, esse é um bom indício de onde vem o sal de cozinha.
A fabricação de sal segue um processo milenar. Primeiro é necessário captar água do mar que segue para imensos tanques chamados “evaporadores”. A evaporação serve para separar a parte líquida da água do mar da parte sólida constituída principalmente de cloreto de sódio, o nosso conhecido sal de cozinha. Cientificamente falando,  entende-se por evaporação uma passagem  lenta da água do estado líquido para o gasoso. Em seguida, a água é remanejada para outros reservatórios com concentrações de sal cada vez maiores. Na última etapa deste processo o sal já pode ser colhido. Após 45 dias secando, ele está pronto para ser refinado e chega em nossas mesas antes mesmo do que imaginávamos.
No mundo são produzidos cerca de 200 milhões de toneladas por ano deste produto. O Brasil contribui com 5,2 milhões de toneladas e 72% de nosso sal vem do Rio Grande do Norte, uma vez que lá existem excelentes condições naturais que tornam extremamente  favoráveis a extração deste tempero. No caso do nordeste brasileiro, de cada 1000 litros de água marinha consegue-se aproximadamente 35 kg de sal.
Algumas curiosidades salgadas:
·         Adivinhem de onde vem a palavra “salario”? Se pensou no sal, acertou. Como o sal não era um item tão comum como é hoje, ele era usado como moeda corrente devido ao seu grande valor. Por isso, um serviço era pago com sal, daí salário.
·         O sal foi o primeiro tempero usado pela humanidade. Assim que os homens pararam de se alimentar de carne crua, o sal tornou-se indispensável.
·         Atualmente apenas 5% de todo o sal produzido é consumido como tempero, o restante é utilizado pelas indútrias com as mais diversas finalidades e na agropecuária como complemento alimentar de rebanhos.
Espero que tenham aproveitado essa pitada científica... até nosso próximo post!


































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